9 de março de 2012
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Audiência mostra insegurança e stress na Cidade Administrativa

Insegurança das edificações, água imprópria para o consumo, preços altos das refeições, sistema de transportes insuficientes, sanitários interditados, stress e excesso de horas no local de trabalho. Esses foram alguns das dezenas de problemas presentes nos relatos dos servidores estaduais sobre as condições de acesso e de trabalho na Cidade Administrativa, inaugurada há três anos para concentrar toda a administração direta do Governo de Minas. Os servidores apresentaram suas reivindicações durante audiência pública realizada nesta quinta-feira, dia 8, da Comissão de Participação Popular (CPP) em conjunto com a Comissão de Transportes.

 

Presidida pelo deputado André Quintão, a audiência teve momentos de exaltação dos deputados governistas que participaram e defenderam a nova sede do Governo. O deputado Rogério Correia, autor do requerimento que originou a audiência, apresentou documentos com as reivindicações dos servidores levadas à secretária de Planejamento e Gestão Renata Vilhena, no dia 04 de janeiro de 2011. “Nenhum dos itens foi atendido”, afirmou o deputado, argumentando que desde então as condições se agravaram com a queda de quatro janelas e o rompimento de um duto. A servidora Carla A. Carvalho, da Comissão de Trabalhadores da Cidade Administrativa, fez um relato apaixonado, com a apresentação de slides, dizendo que há colegas com stress, síndrome de pânico, entre outras complicações de saúde decorrentes do ambiente de trabalho. Ao final da reunião, ficou acordada a instalação de uma Intendência para a negociação permanente com os servidores. As comissões enviarão documento com todas as reivindicações ao Governo de Minas.

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